escrever. . . então é isso?!

Essa é a Praça Roosevelt. Desenhei pra me acalmar com a ideia da publicação.  Foi meu primeiro conto lido em público, pelo Ivam Cabral, antes da praça ser o que ela é hoje, mas ali mesmo, nos Satyros, lá pelos idos presentes do iníCio desse milênio.

Essa é a Praça Roosevelt. Desenhei pra me acalmar com a ideia da publicação. Foi meu primeiro conto lido em público, pelo Ivam Cabral, antes da praça ser o que ela é hoje, mas ali mesmo, nos Satyros, lá pelos idos presentes do iníCio desse milênio.

 

Então é isso?!   É quinta agora ! ! !   dia 13, das grandes transformações…

Especialíssimas as intervenções que acontecerão na noite de lançamento em SP, presente de amigos artistas que admiro tanto, que tive a alegria de conhecer trabalhando junto. E que também misturam as artes, do teatro, das letras, da memória, da história, da imagem, luz, artes plásticas. Verônica, com seu Fantasma do Circo tão concreto que se mistura com a própria história do circo no Brasil, Ivam, que além de ator emocionante criador de seus personagens e ator da vida da cidade é dramaturgo, escritor das terras de Cabral e outras histórias, Mariano parceiro do Oficina e vários carnavais, vizinho de muro por 3 meses, artista gráfico de tantas imagens e letras, Sônia parceira de figurinos exuberantes e aventuras na Amazônia, que me mostrou os caminhos da caligrafia e desenhos da tinta preta, Banti criador de densidades de luz e sombra, Lua Lucas, ator atriz, cantora, escritora de interessantes crônicas pessoais do cotidiano. E o meu cavaquinho, companheiro fiel de tantas…

E o livro? Eram contos, que de repente passaram a se chamar livro com Maria e Ulisses. Começou no blog do site, criação da dupla Brenda&Maria, que abriu de novo o caminho das letras. Aimar Labaki, lá de outros carnavais, que de um café mostrou o caminho das pedras, Alex que arriscou e chegou no ritmo acelerado que bateu com a urgência da vontade, Marcia Tiburi que amorosamente se divertiu e escreveu o prefácio, Welington Andrade que emprestou sua erudição despretensiosa, Beto Mettig que lá da Bahia de São Salvador compartilha seus tesouros.

Tantas histórias e tanta gente ali. Amigos amantes que deram sua atenção e suas vozes, que leram antes, Fábio, Márcia, Adriana, Samuel, Beatriz, Nana, Ana, Ivam, Maria, Ulisses, Verônica. E agora já imaginando meus próximos amigos íntimos, venham, possíveis leitores …

Ritmo de formatura, ou primeira comunhão, ou primeira apresentação do teatro ou coral da escola. Do pré. Feliz pacas – pra lembrar de outros tempos e homenagear os animais. Bacante praticante. Méééééé ! ! ! ! ! !

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